sexta-feira, fevereiro 20, 2004
Só para "destressar" depois de alguns ensaios...ou dum dia de trabalho
Baseball no ...penguim veja aqui na Cacetada no Pinguim record- 207.4
e um divertimento que é preciso + destreza...Jogo Da Malícia
e um divertimento que é preciso + destreza...
terça-feira, janeiro 20, 2004
A peça d'a vida
Tudo o que delineia pensamentos e que detém um Poder fantástico(de viver) , encena e representa a mais bela das peças- “A vida”.
Presente até mesmo na ausência do presença, a teatralidade deambula na nossa mente como girinos que procuram desenfreadamente fugir à luz. Cada “cena” do nosso quotidiano desenrola-se representando os suspiros da nossa mente. Cada “acto” do nosso ser é representado com base nos argumentos que são as fabulosas armas do senso comum. Este guião espectacularmente real é produzido dia-a-dia pelo que temos de mais precioso: “a intuição e a “magicabilidade” do improviso”.
Ser actor neste guião não é tarefa fácil, pois deparamo-nos diariamente com “brancas”, gafes e marcações mal executadas. È nestes momentos que o palco da vida parece desaparecer debaixo dos nossos pés. Sem outra solução puxamos dos dotes de representação que se encontram fechados nos cofres da imaginação. Sem mais demora damos asas ao passarinho enjaulado e ultrapassamos as barreiras que nos impedem de representar livremente com a alma e emoção da realidade.
Mais escondida ali, menos escondida aqui, a teatralidade povoa todos os planos e os mais diversos vértices da vida. Sendo assim, no mais pequeno gesto ela espalha o seu perfume, atingindo a sua plenitude no imprevisto de cada efémera acção e o seu auge nos rituais e nas representações “previamente premeditadas”.
A Teatralidade auto-intitula-se como motor da vida, alimentado pela imaginação e projectado pelo simples acto de viver.
Ricardo Duarte
sábado, janeiro 10, 2004
A responsável pela mais recente peça do 11m: A nossa querida delegada!
domingo, novembro 02, 2003
Por hoje só publico estas fotos para o blog não ficar cheio de mais, apreciem!
Marco Alves não! Sir Marco Aurélio!!
A trabalhar, sempre a trabalhar!
Em que é que a menina Christelle estaria a pensar?
Sofia: "Finalmente realizei o meu grande sonho: aparecer na televisão!"
sexta-feira, outubro 24, 2003
O momento mais hilariante do espectáculo "O Santo Jogal Francisco"!
Nós, todos sem palavras!
quarta-feira, outubro 15, 2003
GUIÃO OED
(Sons do duende a carregar no telecomando)
duende:
- então, isto não funciona!?isto não muda de canal!?
Para a direita apanha a RTP, para a esquerda apanha a SIC… onde raio está a TVI? Deve ser este botão! (fecham-se as luzes) estou à escuras! (bis) eu tenho medo do escuro!!! (luzes voltam-se a ligar) ora bem, botão cor-de-rosa (carrega) ah!ah!ah!ah! não ah! Não é o botão do riso… ah!ah!ah!. (falta botão das cortinas)ó como é que me esqueci…é o cinzento! é claro que é o cinzento! (carrega – som da trovoada) uuuu! Que susto/medo! Mas onde é que está a TVI? (vira-se para o publico) O primeiro é a RTP, o segundo é ____, o terceiro é a ____ então é o 4º! Ó que esquecido! é claro que é 4!(bis)
noticiário – Jornal Nacional
duende – (levanta-se e anda de um lado para o outro completamente nervoso e trémulo) o quê! O pai natal desapareceu! O pai natal desapareceu! Não pode ser, não pode ser! Não é possível! E agora, o que é que eu faço?!? E ainda por sima amanhã é a véspera de natal! E as minhas prendas!?! E agora, quem é que me vai dar o computador, o carro, e os 100kg de chocolate!... Eu preciso de falar com alguém!(bis) ahhhhhhh!(grito e depois grito mudo)
Entra flautista a tocar – duende dança espantado e maravilhado. Acena mas o flautista não o vê. O Duende vira-se para o público e diz-lhes (por linguagem gestual) que o flautista não o vê. Flautista reconhece-o e pára de tocar)
D – é muito bonito! (bis) ah! Que bonito flautista! Mas olha tenho uma coisa muito importante para te dizer! Uma grande desgraça! Grande desgraça (bis/bis)
O …. Desapareceu! (bis) eu nem consigo dizer!...
F – mas quem é que desapareceu? A joaninha ! a borboleta asas-de-fogo’?(pode dizer mais outras coisas que teriam desaparecido )quem?
D – o …desapareceu!
F – vou tocar uma música para ver se te acalmas!
(flautista começa a tocar uma pequena música e a meio o duende:)
D – o pai natal desapareceu!
( flautista fica espantado)
F – o pai natal?!? Tens a certeza!
D – tenho. Eu vi na televisão! Isto é muito grave, muito grave…uma catástrofe! Pois claro! Muito grave!
F – tenho uma ideia! Vamos falar com o grande elfo!
D – boa ideia! É o melhor, é o melhor… Vamos!
( Flautista começa a tocar enquanto se dirige para caso do elfo, seguido do duende)
(em casa do grande elfo)
E – ó _____, porque me ousas acordar deste meu sono tenebroso.
D – noticia grave! Noticia muito grave! O pai natal desapareceu!
E – o quê?! O sr. Pai Natal? Tem a certeza das suas fontes?
D – tenho. Eu vi. Eu vi na televisão.
E – bem, então só vejo uma solução possível, consultar o livro eterno e sagrado que herdei dos meus antepassados e que não é consultado há 3 séculos!
Faz-me um favor ____. Chega-me ali o grande livro.
(duende vai buscar e entrega-lhe o livro)
E – ora bem: Ásia em guerra; olhos que não param de saltitar; choradeira do dragão mágico; suicídios em série; projecção para o espaço; acidente do pai natal; queda da barba do pai natal, ah! Já sei! Cabeça do pai natal que não pára de girar! Não, não me parece… ah, finalmente! Desaparecimento súbito do sr.Pai Natal – solução: convocar para um concílio todos os seres mágicos e fantásticos que habitam no mundo celeste.
F- parece-me uma boa solução. Vou tocar a minha música mágica para chamá-los!
(flautista começa a tocar. Aparecem as fadas – lançam papeis brilhantes)
FT – saudações, celestes criaturas
A fada Terra se apresenta
E não tão bem disposta quanto aparenta.
Qual o motivo deste concílio? Deixei coisas importantíssimas para fazer, tal como 6 pequenas árvores para dar de comer.
FM – bom dia, grande elfo! Porque chamaste a mais bela das fadas, a fada do mar! estava super ocupada com os preparativos para a festa de natal no oceano Atlântico… só mesmo com a varinha mágica para conseguir estabelecer a paz entre as sereias e os peixes! Espero que seja urgente!
E – é para já um enorme prazer ter tão belos seres nos meus aposentos! Peço-vos que tenhais um pouco de paciência e esperai pelos outros convocados!
(entra a boneca – dança)
B –eu sou a totó, a boneca de trapos.
O que aconteceu de tão urgente? Tive de deixar o meu trabalho a meio…e olhe que não é fácil fazer um vestido para uma centopeia! Ainda me faltam 58 pernas!?!
E- tenho muito gosto em recebê-la aqui, cara Totó mas aguardai um pouco!
( entra Fantasma – à medida que se aproxima todos fogem com medo e receio)
Ft - porque fogem de mim
Como se fosse uma peste?
Sou o fantasma mais gentil
De todo o reino celeste.
Diga-me ó grande mestre
Porque fui acordado?
Estará alguém desaparecido
Para o consílio estar formado?
Digam-me por favor
O que querem que eu faça
Não quero mais ser um inútil
Como todos os da minha raça.
E – arrepiante essa tua entrada. Direi o motivo deste concílio assim que todos os membros estejam presentes.
(entra o dragão)
Dg – o que é que se passa aqui! Quem é que se atreveu a chamar o majestoso rei dos dragões shrek! Interromperam a minha refeição – um delicioso elefante torrado a acompanhar com uma sopa de olhos de macaco! Espero que tenham uma boa razão…
E – calma, caro dragão shrek! O assunto deste concílio glorioso será explicado mais adiante.
(entram os feiticeiros)
Ana Luisa Machado Tavares
(Sons do duende a carregar no telecomando)
duende:
- então, isto não funciona!?isto não muda de canal!?
Para a direita apanha a RTP, para a esquerda apanha a SIC… onde raio está a TVI? Deve ser este botão! (fecham-se as luzes) estou à escuras! (bis) eu tenho medo do escuro!!! (luzes voltam-se a ligar) ora bem, botão cor-de-rosa (carrega) ah!ah!ah!ah! não ah! Não é o botão do riso… ah!ah!ah!. (falta botão das cortinas)ó como é que me esqueci…é o cinzento! é claro que é o cinzento! (carrega – som da trovoada) uuuu! Que susto/medo! Mas onde é que está a TVI? (vira-se para o publico) O primeiro é a RTP, o segundo é ____, o terceiro é a ____ então é o 4º! Ó que esquecido! é claro que é 4!(bis)
noticiário – Jornal Nacional
duende – (levanta-se e anda de um lado para o outro completamente nervoso e trémulo) o quê! O pai natal desapareceu! O pai natal desapareceu! Não pode ser, não pode ser! Não é possível! E agora, o que é que eu faço?!? E ainda por sima amanhã é a véspera de natal! E as minhas prendas!?! E agora, quem é que me vai dar o computador, o carro, e os 100kg de chocolate!... Eu preciso de falar com alguém!(bis) ahhhhhhh!(grito e depois grito mudo)
Entra flautista a tocar – duende dança espantado e maravilhado. Acena mas o flautista não o vê. O Duende vira-se para o público e diz-lhes (por linguagem gestual) que o flautista não o vê. Flautista reconhece-o e pára de tocar)
D – é muito bonito! (bis) ah! Que bonito flautista! Mas olha tenho uma coisa muito importante para te dizer! Uma grande desgraça! Grande desgraça (bis/bis)
O …. Desapareceu! (bis) eu nem consigo dizer!...
F – mas quem é que desapareceu? A joaninha ! a borboleta asas-de-fogo’?(pode dizer mais outras coisas que teriam desaparecido )quem?
D – o …desapareceu!
F – vou tocar uma música para ver se te acalmas!
(flautista começa a tocar uma pequena música e a meio o duende:)
D – o pai natal desapareceu!
( flautista fica espantado)
F – o pai natal?!? Tens a certeza!
D – tenho. Eu vi na televisão! Isto é muito grave, muito grave…uma catástrofe! Pois claro! Muito grave!
F – tenho uma ideia! Vamos falar com o grande elfo!
D – boa ideia! É o melhor, é o melhor… Vamos!
( Flautista começa a tocar enquanto se dirige para caso do elfo, seguido do duende)
(em casa do grande elfo)
E – ó _____, porque me ousas acordar deste meu sono tenebroso.
D – noticia grave! Noticia muito grave! O pai natal desapareceu!
E – o quê?! O sr. Pai Natal? Tem a certeza das suas fontes?
D – tenho. Eu vi. Eu vi na televisão.
E – bem, então só vejo uma solução possível, consultar o livro eterno e sagrado que herdei dos meus antepassados e que não é consultado há 3 séculos!
Faz-me um favor ____. Chega-me ali o grande livro.
(duende vai buscar e entrega-lhe o livro)
E – ora bem: Ásia em guerra; olhos que não param de saltitar; choradeira do dragão mágico; suicídios em série; projecção para o espaço; acidente do pai natal; queda da barba do pai natal, ah! Já sei! Cabeça do pai natal que não pára de girar! Não, não me parece… ah, finalmente! Desaparecimento súbito do sr.Pai Natal – solução: convocar para um concílio todos os seres mágicos e fantásticos que habitam no mundo celeste.
F- parece-me uma boa solução. Vou tocar a minha música mágica para chamá-los!
(flautista começa a tocar. Aparecem as fadas – lançam papeis brilhantes)
FT – saudações, celestes criaturas
A fada Terra se apresenta
E não tão bem disposta quanto aparenta.
Qual o motivo deste concílio? Deixei coisas importantíssimas para fazer, tal como 6 pequenas árvores para dar de comer.
FM – bom dia, grande elfo! Porque chamaste a mais bela das fadas, a fada do mar! estava super ocupada com os preparativos para a festa de natal no oceano Atlântico… só mesmo com a varinha mágica para conseguir estabelecer a paz entre as sereias e os peixes! Espero que seja urgente!
E – é para já um enorme prazer ter tão belos seres nos meus aposentos! Peço-vos que tenhais um pouco de paciência e esperai pelos outros convocados!
(entra a boneca – dança)
B –eu sou a totó, a boneca de trapos.
O que aconteceu de tão urgente? Tive de deixar o meu trabalho a meio…e olhe que não é fácil fazer um vestido para uma centopeia! Ainda me faltam 58 pernas!?!
E- tenho muito gosto em recebê-la aqui, cara Totó mas aguardai um pouco!
( entra Fantasma – à medida que se aproxima todos fogem com medo e receio)
Ft - porque fogem de mim
Como se fosse uma peste?
Sou o fantasma mais gentil
De todo o reino celeste.
Diga-me ó grande mestre
Porque fui acordado?
Estará alguém desaparecido
Para o consílio estar formado?
Digam-me por favor
O que querem que eu faça
Não quero mais ser um inútil
Como todos os da minha raça.
E – arrepiante essa tua entrada. Direi o motivo deste concílio assim que todos os membros estejam presentes.
(entra o dragão)
Dg – o que é que se passa aqui! Quem é que se atreveu a chamar o majestoso rei dos dragões shrek! Interromperam a minha refeição – um delicioso elefante torrado a acompanhar com uma sopa de olhos de macaco! Espero que tenham uma boa razão…
E – calma, caro dragão shrek! O assunto deste concílio glorioso será explicado mais adiante.
(entram os feiticeiros)
Ana Luisa Machado Tavares